Somos a primeira geração de gente a quem é exigido que faça prova de pertencer à espécie humana. Por isso temos de declarar, frente a um computador, «não sou um robô». Já somos seres digitais. Que influência tem isso na nossa percepção da realidade? Que derivas políticas podem resultar desta revolução tecnológica? Qual o papel do livro e da leitura nesta nova era? Juan Villoro coloca‑nos frente a questões como estas numa deambulação reflexiva, culta, inteligente, repleta de histórias e curiosidade, em que se implica pessoalmente, implicando‑nos a todos.
