Durante uma forte tempestade, na floresta amazônica, uma árvore cai em cima de mim e me esmaga. Graças a uma série de eventos mágicos, sobrevivo. Quando volto para casa, descubro que a minha reabilitação diária será nas Olaias, um complexo arquitetônico construído nos arredores da cidade. Sempre quis fotografar as Olaias.
“Um Furacão Avança Alegremente” é um autorretrato através da arquitetura de um bairro. Um território metafórico, um limbo existencial, entre a realidade da minha reabilitação física, e a memória das minhas experiências na floresta.




