«Ostaijen é um exemplo supremo de um escritor que esteve no centro das convulsões políticas e estético-literárias do seu tempo, com a atitude de um vanguardista que inventa formas, desfaz modelos e irrompe com uma força crítica e um poder de invenção que nos fazem ver o quanto, hoje, nos tornámos pobres e anestesiados. […] O que move o [seu] empreendimento literário é a exposição satírica da sociedade, a exibição expressionista de um mundo grotesco, em que a ordem é a desordem e vice-versa.»
António Guerreiro, Expresso
