“Na escolha da imagem a ser retratada, algum desejo há em reencontrar o que acredita corresponder a quem se é. Estou sentado numa rua escura / respirando minha própria solidão […] tenho medo de olhar nas latas de lixo / pois numa delas eu posso me encontrar. As folhas das árvores secam, caem ao chão, são levadas pelo vento. Os cabelos crescem, os monumentos são cobertos de pó e sal. A angústia não mente – no cambia, cambiando – e não se trata de uma mera ação do tempo… Quer mentir pra mentiroso?” – Fraus (Posfácio)












