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SUMMARY:objeto oposto
DESCRIPTION:OBJETO OPOSTO ou o amor é a sombra do poder\nAlexandre A. R. Costa12 de março a 16 de abril 2022\n \n \n————\n \n“(…) Endireitar o demónio é o processo básico da engenharia. Fazer algo é eliminar a desordem\, a extraordinária capacidade da natureza para instalar o caos. Fazer é parar\, à força\, o mundo. O demónio é uma energia desanimada\, espalhada pelo espaço. (…) um caminho (…) produção do homem; o mundo natural e a sua primeira voz – o demónio – não têm um caminho mas todos e ao mesmo tempo: como alguém muito indeciso ou muito avarento que guarda tudo para si. E o mais difícil é fazer devagar\, fazer baixinho. Muito mais energia exige o pormenor. Todos os trabalhadores manuais\, incluindo Deus\, o sabem.“\nIn Tavares\, Gonçalo M. (2021). Dicionário de Artistas. Lisboa: Relógio D’Água Editores\, p. 20.\n————\n \nFicha Técnica:Curadoria de Miguel SeabraDesign de Comunicação de Carla Oliveira e Alexandre A. R. CostaAssistência técnica: “Espaço MI casa\, sucata” – João Bonito & Thomas Wayne Sanderson\n \n————\nBiografia:\nAlexandre A. R. Costa\, 1973.\nOs seus trabalhos em escultura\, instalação\, desenho\, performance\, foram expostos desde 1996 em mais de uma centena de exposições\, individualmente ou com outros artistas em diversos países: Portugal\, Alemanha\, França\, Inglaterra\, Itália\, Espanha\, Lituânia\, Bali\, Brasil\, Canadá e Estados Unidos da América. Em 2012 é nomeado para o International Award for Excellence in Public Art.\n \nEnquanto dinamizador cultural\, curador ou diretor artístico\, partilha experiências com uma comunidade artística composta\, por exemplo por alguns amigos como Miguel Seabra e Jorge F. Santos\, organizando exposições e fundando projetos e espaços culturais independentes no Porto: Espaço Artes Múltiplas – Intervenção Artística e Cultural; Projeto programático ARTEMOSFERAS; ArtemosferasDesign; Projeto IN`Side`OUT (2000-2003) estabelecendo-se parceria com a FBAUP; O coletivo com Hugo Brito – The Fictionary Players(2001-) ou os Ateliers Mompilher/Sopa (2011-). Ainda noutros locais e espaços nacionais (CA.F\, TC.B\, CCVF.G) ou internacionais (Espanha\, Brasil\, Berlim) funda e organiza o PROJECTO IMAN – Arte Contemporânea (2005-2011) e recentemente o CAV – Ciclo de Artes Visuais (2018-). Projetos autofinanciados ou apoiados com programas nacionais e internacionais.\n \nÉ doutorado em Belas Artes e professor auxiliar convidado (escultura) na FBAUP entre outras instituições de ensino superior – EAAD/UMinho; UMaia-ISMAI; IPVC.\nhttps://alexandrearcosta.com/
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SUMMARY:Mostra de Pequenas Curtas #3
DESCRIPTION:————A Ilha dos Amores (1991)\, de Paulo Rocha (excerto).Homenagem a Jorge Silva Melo————A época\, a obra\, os amores\, a vida e a morte do escritor português Wenceslau de Moraes (1854-1929)\, que saiu de Portugal no final do século 19 para buscar no Japão uma arte de viver que conciliasse o material e o espiritual.Composto por nove cantos\, e com forte inspiração teatral\, o filme é uma das obras mais complexas da história do cinema português.————A Caça Revoluções (2014)\, Margarida Rêgo————Tudo começou com uma fotografia tirada em 1974\, pouco depois da Revolução Portuguesa sair às ruas.A Caça Revoluções tenta entrar nessa fotografia à procura de um país\, como quem quer entrar dentro de um tempo em que não viveu e perceber o que significa fazer parte de uma revolução ou o que significa lutar por um país.A Caça Revoluções é um encontro entre dois países\, entre duas lutas e entre duas pessoas que procuram a transformação de um país.————Metáfora ou A Tristeza Virada do Avesso (2014)\, deCatarina Vasconcelos————A correspondência entre um irmão e uma irmã\, em pleno aniversário da morte da mãe\, leva-os numa viagem ao passado\, para compreender o tempo em que a mãe vivia e como era o seu país\, Portugal\, na década de 1970\, quando ocorreu uma revolução.Misturando uma história familiar com a história de Portugal\, este filme é uma luta contra o esquecimento.————23 de Abril | 18H30 | TérmitaEntrada livre————Sobre a MPC:A Mostra de Primeiras Curtas teve a primeira sessão nofinal do mês de Dezembro de 2019\, sendo interrompidapelas famigeradas razões pandémicas.Em boa hora\, estas sessões regressam novamente à Livraria Térmita\, conduzidas agora por Cátia Rodrigues\, preservando o seu objectivo inicial: apresentar num contexto informal\, as primeiras curtas-metragens de vários realizadores da nossa eleição.Ficha Técnica:Curadoria: Cátia RodriguesFolha de Sala: Daniel RibasDesign: José Filipe Alexandre@acatiarodrigues @dribas @j0se.filipe
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