Rio – Esther Kinsky

20.50

Carregado de pungência e filigrana poética, Rio é uma ode à observação, ao efémero e à memória. Neste romance, que confirma Esther Kinsky como uma das mais interessantes vozes da literatura germânica, a narradora relembra os rios que encontrou na sua vida — desde o Reno até um riacho em Telavive — ao longo de uma série de longas e solitárias caminhadas, desdobrando-se suavemente numa prosa hipnótica, precisa e límpida.

Esther Kinsky (n. 1956) nasceu nas margens do Reno e viveu em Londres durante doze anos. É autora de seis volumes de poesia, quatro romances e numerosos ensaios. Traduziu para alemão autores como John Clare, Henry David Thoreau, Iain Sinclair, Joanna Bator e Magdalena Tully. Rio, o seu livro mais reconhecido, foi largamente premiado na Alemanha.

  
Descrição

Rio
Esther Kinsky

Tradução: Paulo Rêgo
Bazarov, 2020
Ficção
220×140 mm
384 páginas

Carregado de pungência e filigrana poética, Rio é uma ode à observação, ao efémero e à memória. Neste romance, que confirma Esther Kinsky como uma das mais interessantes vozes da literatura germânica, a narradora relembra os rios que encontrou na sua vida — desde o Reno até um riacho em Telavive — ao longo de uma série de longas e solitárias caminhadas, desdobrando-se suavemente numa prosa hipnótica, precisa e límpida.

Crítica

“Escrito num estilo que é ao mesmo tempo preciso e sonhador, Rio é um grande livro sobre a obliteração da paisagem.”
Le Monde

“A qualidade da escrita de Esther Kinsky é tão boa que não podemos deixar de nos sentirmos enfeitiçados por ela.”
The Modern Novel

“Magnífico. Como com o trabalho de W. G. Sebald, Kinsky constrói o passado através de paisagens: para a mulher, um rio é uma guião líquido das histórias.”
The New Yorker

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