Manganês – Beatriz de Almeida Rodrigues

8.00

Beatriz de Almeida Rodrigues

“Quão branda é ao corpo a sepultura.
Fugaz gota sanguínea sorvida
pela brandura desleal das ondas.
Quão branda é ao corpo a lei perene
que herdámos com a brandura
de uma revolta sem fim nem fruto,
com a amargura branda que polui
as artérias sem consolo senão aquele
que administra a branda dama da noite”.

(p.15)

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Descrição

Manganês
Beatriz de Almeida Rodrigues
Coordenação Editorial: João Pedro Azul
Design: lina&nando
elemeNtário 06
Flan de Tal
Maio 2021