Éden, Éden, Éden

19.00

Pierre Guyotat

Éden, Éden, Éden (1970, Gallimard), obsceno e infame romance de Pierre Guyotat, é um dos melhores exemplos de uma escrita obcecada com o carnal e o escatológico na literatura do século XX. Com acção situada numa anátema região do deserto argelino, nela encontramos corpos desprovidos de subjectividade ou, dirão outros, demasiado circunscritos por uma paisagem e uma época histórica para que toda a sua vida interior não se expresse através de actos em que o próximo é danificado e corrompido até ao irreconhecível.

Banido e retirado de circulação aquando da sua primeira edição, logo teve vozes como a de Roland Barthes, Pier Paolo Pasolini, Maurice Blanchot, Jean Genet ou Simone de Beauvoir a manifestarem-se em sua defesa, fosse por petições, cartas ou prefácios.

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Descrição

Tradução: Diogo Paiva
Paginação e design: Bruno Inácio sobre lettering da capa de Ana Hipólito
Revisão: Leonor Castro Nunes
400 páginas
DeStrauss, 2021

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